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Arsenal de 80 armas desviadas do Exército Brasileiro é encontra em empresa de Coronel da PM – Banca.com

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Um arsenal com 83 armas 35 delas desviadas do Exército Brasileiro  foi recuperado, nesta sexta-feira, em uma operação conjunta do Exército e da Polícia Civil do Rio. O material bélico foi encontrado na sede da empresa de segurança Guardian Segurança Vigilância, na Avenida dos Mananciais, 684, na Taquara, Zona Oeste da capital. De acordo com a Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), que participou da ação, o estabelecimento pertence ao coronel da reserva da Polícia Militar do Rio Álvaro Fernandes Sabino. O valor do armamento é estimado em torno de R$ 500 mil.

Segundo o delegado assistente da Desarme, Rodrigo Coelho, a operação realizada na sexta-feira foi desdobramento de investigações do Ministério Público Militar, que culminaram na prisão, no ano passado, do tenente-coronel do Exército Alexandre de Almeida. O militar do Exército era chefe do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados. Das 83 armas, 48 ainda não tiveram a origem esclarecida.

 

Caso as armas não tivessem sido apreendidas, elas poderiam ser destinadas a colecionadores, atiradores e acreditamos que isso também estava alimentando milícia e tráfico de drogas, principalmente a parte da munição”, afirmou Coelho

De acordo com o delegado, Almeida é suspeito de ‘requentar’ a documentação de armas encaminhadas para destruição do Exército. “Ele trazia as armas de volta para a rua, para o comércio, clubes de tiro, colecionadores… São armas que estariam destinadas à destruição”, explicou o delegado-assistente da Desarme. “Ele (o coronel da PM Álvaro Sabino) teria recebido essas armas, que deveriam estar destruídas e estavam constando como parte do acervo dele”, acrescentou o investigador.

No meio do arsenal, havia espingardas de calibres variados (12, 22 e 38), pistolas e revólveres, além de carregador alongado, com capacidade de munição superior ao permitido pelo Exército. Os investigadores ainda não sabem como as armas foram repassadas do Exército para a empresa de segurança que pertence ao coronel da PM.

“A gente não sabe se esse tráfico foi direto, se o coronel PM comprou através de intermediário. A gente não sabe a relação direta entre eles, mas é desdobramento da investigação da prisão do coronel militar, de ir atrás das armas que deveriam ter sido destruídas, mas estavam no acervo de algumas pessoas”, detalhou Coelho.

O coronel da PM deve responder por crime de peculato militar e por posse ilegal de arma de fogo e acessórios. O armamento será encaminhado para perícia e depois ao Exército para destinação final.

Em nota, a Polícia Militar informou que “o caso envolvendo o referido policial da reserva será analisado pela corregedoria da corporação. Caso se confirmem os indícios, haverá a instauração de um procedimento apuratório para averiguar a conduta do oficial da reserva”.

APREENSÃO TAMBÉM EM CLUBE DE TIROS

Uma segunda parte da operação de hoje encontrou também farto material desviado do Exército em um grupo de tiros localizado no Centro do Rio, na Rua Beira Mar, 200, apartamento 504. Foram encontradas partes de arma, aparentemente de fabricação artesanal. Foram apreendidos nesse endereço dez canos de arma, carregador e armação de pistola, dez pares de ferrolho (parte de cima) da pistola e um quebra-chamas de fuzil. Esse endereço não tem ligação com o coronel da PM. “É endereço de destinatário de outras armas que também deveriam estar no Exército e foram desviadas de lá”.Rede tv +

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“Raça desgraçada”: Justiça condena Sikêra Jr. a pagar R$ 300 mil a trans – Banca.com

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O apresentador Sikêra Jr., que trabalha atualmente na RedeTV!, foi condenado a pagar R$ 300 mil à modelo trans Viviany Beleboni após chamá-la de “raça desgraçada”. Sikêra fez a declaração enquanto exibia, em seu programa, uma imagem da modelo ao noticiar sobre um crime cometido por um casal de lésbicas.

Ainda na decisão, o juiz determinou que a imagem da modelo seja retirada da reportagem publicada no Youtube. O apresentador ainda pode recorrer.

Beleboni ficou conhecida por representar Jesus Cristo crucificado em uma Parada do Orgulho LGBTQI+ no ano de 2015.

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Motoboy sofre ofensas racistas por morador em condomínio – Banca.com

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Um entregador que trabalha para aplicativos de serviços de alimentação sofreu agressões verbais e racismo por parte de um morador de um condomínio de casas em Valinhos (SP). Um vídeo mostra o momento em que o homem ofende o profissional e diz que ele tem “inveja disso aqui”, apontando para a própria peleVeja acima.

O profissional registrou um boletim de ocorrência para denunciar as agressões e o crime de racismo. O caso aconteceu no dia 31 de julho e as imagens começaram a circular na internet nesta sexta-feira (7). Na ocasião, a Guarda Municipal foi chamada e encaminhou todos para a Delegacia de Valinhos. O condomínio fica no bairro Chácaras Silvania.

Durante a discussão, o rapaz ainda ofende o entregador, o chamando de “semianalfabeto”; repete que ele tem inveja da vida que as pessoas que moram no condomínio dele têm; e diz que o profissional não tem onde morar nem “nunca vai ter” nada do que ele estava mencionando. O vídeo foi gravado por um vizinho.

Segundo o motoboy, que não quis se identificar, foi a segunda vez que ele foi fazer uma entrega na casa. O rapaz afirmou que na primeira vez o homem já havia sido grosseiro por ele não ter achado o endereço da residência. Na segunda. quando aconteceram as ofensas racistas, o profissional disse que a confusão começou por um problema no interfone do condomínio.

“Eu falei pra ele que ele não podia fazer mais isso porque ninguém gostava desse tipo de atitude. O que ele faz é pra se mostrar superior as pessoas. Teve um momento que ele cuspiu em mim, jogou a nota no chão e disse que eu era lixo. Na frente da polícia, ele continuou com as agressões, me chamou de favelado”, disse o entregador. informações do G1

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Paciente com Síndrome de Down deixa hospital de São Gonçalo curado e sob aplausos – Banca.com

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Após ficar internado por quase 30 dias, com duas entradas em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), Gervázio Roque de Matos, de 56 anos, driblou todas as expectativas médicas e deixou o Hospital Municipal Luiz Palmier, em São Gonçalo, na tarde desta quinta-feira (06), curado do Covid-19.

Portador de Síndrome de Down e com várias comorbidades, o paciente deu entrada na unidade que virou referência no atendimento a pessoas com sintomas do coronavírus no dia 8 de julho após recebeu o primeiro atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Pacheco.

— Foi um milagre de Deus. Pensei em perder meu irmão. Por duas vezes fui visitá-lo no CTI e a gente fica muito confuso, assustado e estressado em ver a quantidade de máquinas ligadas a seu corpo. Mas só tenho a agradecer, principalmente a todos os profissionais que cuidaram dele com tanto carinho e amor – garante a costureira Neide Roque, irmã do paciente.

Assim que recebeu alta médica nesta quinta-feira, a informação foi colocada no grupo de WhatsApp dos profissionais da unidade médica. Em menos de meia hora, o paciente recebeu uma enxurrada de mensagens motivacionais.

Já os profissionais que estavam no plantão foram desejar boa recuperação e muita saúde ao Gervázio ainda na enfermaria. Na saída aplaudiram o paciente até a porta principal do hospital

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