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Política

Bolsonaro testa negativo para coronavírus e dá “banana” nas redes – Banca.com

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O resultado do exame do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deu negativo para coronavírus. O veredito final foi divulgado pelo próprio presidente no início da tarde desta sexta-feira (13/02). Na publicação que fez nas redes sociais, anunciando estar livre do vírus, Bolsonaro deu “banana” com os braços.

O chefe do Executivo fez o exame na tarde dessa quinta-feira (12/03), após o Palácio do Planalto confirmar que o secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, está com Covid-19.

Wajngarten viajou com a comitiva presidencial para Miami, nos Estados Unidos, na última semana. Lá, o grupo se encontrou com o presidente norte-americano, Donald Trump.

Em nota divulgada na quinta, o Palácio do Planalto informou que “o secretário de Comunicação cumpre todas as recomendações médicas, em quarentena domiciliar, e só retornará ao trabalho quando não houver risco de transmissão da doença”.

Fabio Wajngarten fez o exame em São Paulo, na quarta-feira (11/03). Após o chefe da Secretaria Especial de Comunicação ter sido submetido a um teste de coronavírus, a comitiva que viajou para os EUA e o mandatário da República passaram a ser monitorados.

Integrantes do grupo receberam ligações do gabinete presidencial com recomendação para que, diante de qualquer sintoma, comunicassem a situação e procurassem o Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, para realizar exames.

Na manhã dessa quinta, Bolsonaro cancelou uma viagem que faria a Mossoró, no Rio Grande do Norte, devido ao avanço da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A previsão é de que o chefe do Executivo continue despachando diretamente do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência

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Maia decide não arquivar pedidos de impeachment contra Bolsonaro – Banca.com

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), negou que irá arquivar pedidos de impeachment que forem protocolados contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido), durante a pandemia de coronavírus. Segundo a Revista Época, o democrata também decidiu que não vai arquivar as ações. A decisão sobre os pedidos será tomada após a crise da doença, que já vitimou 488 pessoas no país.

Neste final de semana, Maia endureceu as críticas a Bolsonaro e disse que ataques nas redes sociais ao Congresso são promovidos por assessores de Bolsonaro que se comportam como “marginais”.

“Essas brigas paralelas comandadas por um gabinete do ódio, comandadas por assessores do presidente que são mais marginais do que assessores do presidente, não vão de forma nenhuma mudar atitudes do Parlamento brasileiro. Continuamos votando. Nós que aumentamos o valor da renda mínima”, disse o presidente da Câmara, em entrevista ao jornal O Globo, em referência ao repasse de R$ 600 para os trabalhadores informais. METRO 1

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Política

Gilmar Mendes cobra Bolsonaro sobre “coronavoucher”: “Paga logo” – Banca.com

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usou as redes sociais nesta terça-feira (31/03) para pedir que o governo federal “pague logo” o auxílio assistencial de R$ 600 prometido a autônomos e pessoas sem renda fixam o chamado coronavoucher. O magistrado subiu a hashtag#PagaLogo.

Segundo o ministro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) precisa colocar de lado as “salvaguardas fiscais” para enfrentar a crise do coronavírus.

Gilmar Mendes

@gilmarmendes

Não adianta tentar colocar a culpa na Constituição Federal: as suas salvaguardas fiscais não são obstáculo, mas ferramenta de superação desta crise. O momento exige grandeza para se buscar soluções de uma Administração Pública integrada e livre do sectarismo. #PagaLogo.

O momento exige grandeza para se buscar soluções de uma administração pública integrada e livre do sectarismo!, escreveu Gilmar Mendes.

Após a manifestação do ministro, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) não perdeu tempo em alfinetar o ministro: “Afinal de contas, o senhor é ministro do STF ou comentarista de política?”, questionou a defensora de Bolsonaro.

Mais cedo, o presidente afirmou que o “coronavoucher” ainda está em fase de tramitação e que a equipe econômica está analisando os vetos. Ele ainda não deu uma data para sancionar o projeto. O LIVRE

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Política

Bolsonaro incentiva apoiador a chamar jornalistas de “abutres – Banca.com

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ornalistas abandonaram uma coletiva de imprensa com o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), nesta terça-feira (31/3), após ele endossar o comportamento de um de seus apoiadores, na porta do Palácio da Alvorada, que chamou os profissionais de “abutres”.

“Vocês ficam todos jogando o presidente contra os ministros e os ministros contra o presidente, que coisa feia, ninguém aguenta isso mais. É o tempo todo jogando os ministros contra o presidente. Ontem eu fiz um vídeo no meu canal mostrando isso”, disse o professor de matemática Emerson Teixeira.

Em seu canal no YouTube, o docente se identifica como o “professor opressor”. O vídeo produzido por ele e mencionado nesta terça está intitulado como “Imprensa é inferno e jornalistas são demônios”.

Entre as atividades de apoio ao titular do Planalto, Emerson chegou a fazer um churrasco dentro de uma escola pública para comemorar a eleição do presidente, em 2018. “Hoje, a matemática não é importante. O importante na sala de aula é o churrascão. Dia histórico. Bolsonaro presidente”, disse o professor na ocasião.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) comunicou que reuniu as informações do caso a fim de encaminhá-las à corregedoria da pasta. Frisou ainda que será instaurado processo para apurar o ocorrido e definir as medidas cabíveis ao episódio.

Após as ofensas proferidas pelo seguidor, Bolsonaro pediu que ele continuasse falando e que os jornalistas se calassem. “Não, fala aí, fala aí. Pode falar. É ele que vai falar, não ‘é’ vocês não”,

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