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Carnaval 2020: Porto da Pedra, Unidos da Ponte, e Cubango se destacam no 1º dia de desfiles – Banca.com

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três escolas de fora da capital, se destacaram no primeiro dia de desfiles na Sapucaí, que começou na sexta-feira (21) com as apresentações das escolas da Série A.

A abertura do carnaval de 2019 no Rio teve ainda Acadêmicos de Vigário GeralAcadêmicos da RocinhaRenascer de Jacarepaguá e Império Serrano.

 

Os desfiles atrasaram 15 minutos devido à chuva, que parou antes da primeira escola entrar na avenida, mas que voltou algumas vezes ao longo da madrugada.

Na noite deste sábado (22), outras sete escolas encerram o carnaval da série A deste ano: Acadêmicos do Sossego, Inocentes de Belfort Roxo, Unidos de Bangu, Acadêmicos de Santa Cruz, Imperatriz Leopoldinense, Unidos de Padre Miguel e Império da Tijuca.

No primeiro dia, nenhuma das escolas estouraram o tempo máximo de 55 minutos, mas algumas tiveram problemas com seus carros alegóricos.

Veja abaixo um resumo da apresentação de cada escola:

Acadêmicos de Vigário Geral

Egili Oliveira, rainha de Vigário — Foto: Alexandre Durão/G1Egili Oliveira, rainha de Vigário — Foto: Alexandre Durão/G1

Egili Oliveira, rainha de Vigário — Foto: Alexandre Durão/G1

Campeã da Série B em 2019, a Vigário Geral abriu a noite cerca de 15 minutos depois do horário previsto por causa da chuva, que parou antes do começo do desfile.

Com o enredo “O conto do vigário”, a escola falou sobre as farsas e o folclórico “jeitinho” brasileiro que ajudaram a construir a história do país desde seu descobrimento.

O desfile remetia à participação da Vigário na Série C em 2017, com o samba “Nasce um trouxa a cada minuto”, que era mais focado no enganado, e não nos enganadores.

A comissão de frente já ajudava a estabelecer o enredo ao contar a história de um vigário que enganou fiéis em Minas Gerais, no século XVII, com um burro com a imagem da Virgem. Na bateria, uma longa “paradona” permitia que a o samba se destacasse na voz do intérprete Tem-Tem Jr.

Com suas 24 alas, três alegorias e 1.700 componentes, a Vigário Geral mostrou a inocência do Brasil antes da chegada dos colonizadores, passou por histórias como a dos santos de pau oco, e refletiu sobre golpes usados até os dias de hoje.

Um dos tripés da escola mostrava um palhaço de terno com a faixa presidencial que fazia referência ao gesto do presidente Jair Bolsonaro de fazer armas com as mãos.

Ao encerrar o desfile com 53 minutos, a escola marcou seu retorno à Sapucaí, onde não disputava desde 1996, quando participou do antigo Grupo B.

Acadêmicos da Rocinha

Destaque da Acadêmicos da Rocinha — Foto: Alexandre Durão/G1Destaque da Acadêmicos da Rocinha — Foto: Alexandre Durão/G1

Destaque da Acadêmicos da Rocinha — Foto: Alexandre Durão/G1

A Acadêmicos da Rocinha foi a segunda escola a entrar na Marquês de Sapucaí.

 

Com o enredo “A guerreira negra que dominou dois mundos”, a escola contou a história de Maria da Conceição, uma escrava do Congo trazida para o Brasil e que aqui se tornou a guerreira Maria Conga.

Ela foi considerada uma heroína em Magé, cidade que tem o único quilombo reconhecido na Baixada Fluminense, o Quilombo Maria Conga.

Em 2018, a Rocinha ficou na 11ª colocação com o samba “Bananas para o preconceito”.

A comissão de frente contou a história de Maria Conga, da mulher no Quilombo da Magé a um espírito de luz.

Depois de uma ala com deficientes visuais acompanhados de seus guias representando a luta por direitos após a alforria de Maria, um carro alegórico feito por milhares de bambus como símbolo do próprio quilombo.

A escola enfrentou um problema com a terceira alegoria, que teve dificuldade para passar no meio da Sapucaí e deixou um grande buraco no desfile por alguns minutos.

O carro ilustrada a união das diferentes religiões de origem africana, com umbandistas, candomblecistas e espíritas.

Com 17 alas, três alegorias e 1.500 componentes, a Rocinha encerrou sua participação com 54 minutos.

Unidos da Ponte

Carro alegórico da escola — Foto: Alexandre Durão/G1Carro alegórico da escola — Foto: Alexandre Durão/G1

Carro alegórico da escola — Foto: Alexandre Durão/G1

Com o enredo “Elos da eternidade”, a Unidos da Ponte, de São joão de Meriti, fez uma conexão entre o abstrato e o mundo real para falar dos problemas que o carnaval vem passando.

A escola também aproveitou para mostrar que desde os primórdios a humanidade tenta se ligar à eternidade, seja através de através da religião ou dos legados para as futuras gerações.

A chuva voltou a cair na Sapucaí, o que dificultou um pouco a vida da Ponte. No carro abre-alas, a grande estátua de Zeus teve problemas e quase perdeu totalmente a cabeça.

Fundada em 1952, a Unidos da Ponte participou dez vezes do grupo principal do carnaval do Rio. A última vez foi em 1996. Em 2019, com o enredo “Oferendas”, ficou no 10º lugar.

Para tentar retornar ao Grupo Especial, a Ponte conta com o trabalho do carnavalesco mais novo d Série A, Lucas Milato, de 23 anos, que estreou na Sapucaí e fez um desfile com muitas cores na avenida.

Sob seu comando, a escola contou com 21 alas, três alegorias e um tripé e 1.900 componentes, e terminou o desfile em 53 minutos.

Unidos do Porto da Pedra

Kamila Reis, rainha da Porto da Pedra — Foto: Marcos Serra Lima / G1Kamila Reis, rainha da Porto da Pedra — Foto: Marcos Serra Lima / G1

Kamila Reis, rainha da Porto da Pedra — Foto: Marcos Serra Lima / G1

A Unidos do Porto da Pedra, de São Gonçalo, apresentou o enredo “O que é que a baiana tem? Do Bonfim à Sapucaí”, da carnavalesca Annik Salmon, que estreou sozinha na função.

A escola queria prestar uma merecida homenagem à ala mais tradicional das escolas de samba: a ala das baianas. Uma homenagem às chamadas mães do samba, quituteiras ou não, mas que fazem parte da história do carnaval.

A Porto da Pedra ficou na terceira posição da Série A de 2019 com uma homenagem ao ator Antonio Pitanga. Ela não volta ao Grupo Especial desde que caiu, em 2013.

A comissão de frente, que mostrava a ligação entre as baianas e as africanas, era acompanhada do coreógrafo Carlinhos de Jesus, que divide o comando com a também coreógrafa Karen Ramos.

As alas continuaram a explorar os diferentes pontos da história e da cultura das baianas. Uma delas mostrava a mudança de inúmeros baianos para o Rio de Janeiro, com miniaturas de caravelas sobre as cabeças dos componentes.

A Porto da Pedra contou com 20 alas, quatro alegorias e 1.500 componentes, e encerrou seu desfile em 53 minutos.

Acadêmicos do Cubango

Acadêmicos do Cubango atravessa a avenida — Foto: Alexandre Durão/G1Acadêmicos do Cubango atravessa a avenida — Foto: Alexandre Durão/G1

Acadêmicos do Cubango atravessa a avenida — Foto: Alexandre Durão/G1

A Acadêmicos do Cubango contou a história do patrono da abolição, Luiz Gama, no enredo “A voz da liberdade”. Para a escola, ele foi um dos personagens mais importantes da história do Brasil, mas pouco conhecido.Apesar de um desfile colorido e enfeitado, a escola de Niterói sofreu com problemas em seus dois primeiros carros. O abre-alas perdeu a conexão entre suas duas partes, o que pode custar um décimo de punição. Já algumas estátuas da segunda alegoria apresentaram alguns defeitos.

A Cubango foi vice-campeã em 2019, graças ao enredo “Igbá Cubango – A alma das coisas e a arte dos milagres”.

Para tentar compensar os tropeços, a escola mostrou uma comissão de frente com escravos lutando pela liberdade e o próprio Gama, um advogado, tentando ajudá-los.

O desfile dos carnavalescos Alexandre Rangel e Raphael Torres, que trabalham juntos há 14 anos, também contou com uma bateria coreografada, que recuava e se misturava às passistas.

A Acadêmicos do Cubango apresentou 21 alas, três carros e um tripé e 2.300 componentes em seu desfile de 53 minutos.

Renascer de Jacarepaguá

Musa da Renascer de Jacarepaguá, Larissa Reis — Foto: Alexandre Durão/G1Musa da Renascer de Jacarepaguá, Larissa Reis — Foto: Alexandre Durão/G1

Musa da Renascer de Jacarepaguá, Larissa Reis — Foto: Alexandre Durão/G1

A Renascer de Jacarepaguá celebrou a importância e o trabalho das benzadeiras em seu enredo “Eu que te benzo, Deus que te cura”, do carnavalesco Ney Júnior. Ao longo de seu desfile, a escola usou essas mulheres como inspiração para mostrar a diversidade de manifestações espirituais.

A Renascer ficou com o sétimo lugar em 2019, com um enredo sobre a festa de Iemanjá no Rio Vermelho. Ela chegou a disputar no Grupo Especial em 2012, quando o samba sobre Romero Britto deixou a escola em último.

Ao contrário do que se esperaria, a escola escolheu começar seu desfile retratando as mazelas que tornam as benzedeiras necessárias.

Depois de uma comissão de frente sobre tragédias como fome e violência, o abre-alas mostrava as más energias que podem se manifestar em alguma doença física ou emocional.

Com o tempo, o desfile evoluiu para vibrações melhores, com alas sobre a fé retratada em diferentes religiões. O segundo carro, que retrata a mistura de índios, negro e portugueses, teve um problema com uma das rodas e foi empurrado, mas não causou buracos.

A Renascer de Jacarepaguá teve 21 alas, três carros e um tripé e 1.600 componentes, em um desfile de 55 minutos.

Império Serrano

Quitéria Chagas desfila na Sapucaí — Foto: Marcos Serra Lima/G1Quitéria Chagas desfila na Sapucaí — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Quitéria Chagas desfila na Sapucaí — Foto: Marcos Serra Lima/G1

O Império Serrano encerrou o primeiro dia da Série A com o enredo “Lugar de mulher é onde ela quiser”. O desfile exaltou a força feminina na sociedade e homenageou personalidades da escola, como a cantora Dona Ivone Lara e a ex-presidente Neide Coimbra.

Última colocada no Grupo Especial em 2019 com enredo sobre Gonzaguinha, o Império Serrano já tinha ficado em último em 2018, mas teve o rebaixamento então anulado.

Em 2020, a escola começou com problemas em uma das alas mais tradicionais do carnaval. As baianas tiveram de entrar com fantasia incompleta, sem as saias.

Segundo o carnavalesco, Júnior Pernambucano, a costura não encaixou e não tiveram tempo de arrumar. Assim que pisaram na Sapucaí, muitas se emocionaram e começaram a chorar.

Depois de uma comissão de frente sobre tia Maria do Jongo, uma das fundadoras da escola, o carro abre-alas, uma homenagem a Dona Ivone Lara e outra moradoras do morro da Serrinha e de seu entorno, também enfrentou problemas e teve de ser empurrado.

Com 23 alas, três carros e um tripé e 2.100 componentes, o Império Serrano teve de correr um pouco ao final do desfile, mas conseguiu atingir os 55 segundos.G1

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Morre o desenhista Daniel Azulay, vítima de coronavírus – Banca.com

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O desenhista, pintor e cartunista Daniel Azulay morreu morreu nesta sexta-feira (27), aos 72 anos, no Rio de Janeiro. Ele lutava contra a leucemia e contraiu o coronavírus, segundo informações da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca. Ele estava internado há duas semanas.

Cartunista, desenhista e artista plástico, Daniel Azulay era o criador da Turma do Lambe Lambe, muito popular nos anos 80 em programas de TV para públicos infantis. Posteriormente, continuou trabalhando em outros programas e projetos na internet, com trabalhos que ensinavam a importância de conceitos como sustentabilidade e meio ambient

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Morre aos 81 anos Kenny Rogers, ícone da música country – Banca.com

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O cantor Kenny Rogers, que dominou as paradas country norte-americanas durante sua carreira com hits como “The Gambler”, “Islands in the Stream” (parceria com Dolly Parton) e “Lady”, morreu nesta sexta-feira (20) aos 81 anos. A informação é da Variety.

Rogers “morreu pacificamente de causas naturais, sob o cuidado de enfermeiros e de sua família”, segundo comunicado oficial. Por causa da pandemia do coronavírus, a família do cantor planeja um funeral particular neste momento, com um memorial público adiado para uma data posterior.

As últimas apresentações ao vivo de Rogers aconteceram em dezembro de 2017, quando ele finalizou a sua “turnê de despedida” começada dois anos antes. Seu último disco de estúdio foi “You Can’t Make Old Friends”, lançado em 2013.

A carreira do cantor teve seu pontapé inicial com a banda The First Edition, que entrou nas paradas de sucesso com “Just Dropped In (To See What Condition my Condition Was In)”, em 1969. Aos poucos, Rogers tomou um papel de liderança na banda, que acabou em 1975 para que ele lançasse sua carreira solo.

O lançamento de “The Gambler”, álbum de 1978 que continha o hit de mesmo nome, solidificou o lugar de Rogers no panteão da música country e o lançou como ator. O telefilme “O Jogador”, de 1980, desenvolveu a persona do disco em uma história ficcional, e teve continuações em 1983, 1987, 1991 e 1994.

Sua carreira também foi marcada pela abertura para trabalhar com profissionais de sucesso de fora da música country, gerando assim seus maiores hits. “Islands in the Stream”, dueto e Rogers e Dolly Parton, foi escrito pelos Bee Gees; já “Lady” foi uma composição de Lionel Richie.

No Grammy, a premiação mais importante da indústria fonográfica americana, Rogers saiu vencedor três vezes: uma como melhor performance country masculina (por “The Gambler”, em 1979), uma como melhor performance country em duo/grupo (por “Make No Mistake, She’s Mine”, com Ronnie Milsap, em 1987), e uma como prêmio honorário concedido pela presidência da Academia do Grammy, em 1986.

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Michelly Boechat marca presença na Feijoada do Salgueiro – Banca.com

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No último domingo, 08/03, a musa fitness e atriz Michelly Boechat prestigiou a feijoada do Salgueiro na quadra da agremiação. Boechat que já está recebendo propostas do carnaval, posou ao lado da Diva da escola, Viviane Araújo, além do carnavalesco e comentarista, Milton Cunha.

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