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Hoje delegada, atriz da primeira ‘Malhação’ explica mudança de profissão – Banca.com

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Tudo começou quando eu estava em cartaz com a peça “Violetas na janela”, um sucesso estrondoso que rodou por todo o país. Na época, assistindo ao “Fantástico” com os meus pais, passou a reportagem sobre um garoto que havia sido libertado pela polícia após um sequestro. Ao ver aquilo, me dei conta de que era o que eu queria fazer da minha vida. Ainda continuei com a peça por um tempo, ao mesmo tempo em que fazia a faculdade de Direito – relembra ela.

Logo depois de formada e aprovada no concurso da OAB, ela prestou concurso e entrou para a polícia aos 38 anos. A partir daí, conta que não teve mais como seguir na carreira de atriz.

– Alguns colegas da TV e do teatro ficaram surpresos com a mudança repentina na minha vida. Eu amava atuar, mas descobri que nasci para ser policial. E as artes cênicas me ajudam muito na profissão. Em várias ocasiões, preciso usar a minha desenvoltura e sensibilidade como atriz. Por exemplo, quando vou ouvir uma testemunha – comenta Mônica, que trabalha na área há seis anos e meio.

Ela diz lidar muito bem com os riscos inerentes à profissão:

– Sei, por exemplo, que, se for vítima de um assalto, quase que obrigatoriamente eu vou precisar reagir. Mas sou muito tranquila quanto a isso. Como delegada, preciso lidar com questões burocráticas e operacionais. Sempre gostei mais dessa parte de campo, de estar numa operação. Já passei por alguns sustos, como, por exemplo, ser recebida a tir

Mônica é casada há quatro anos com Marcelo Brito, policial da sua delegacia, e conta que os dois são workaholics:

– Na delegacia, ele me chama de doutora (risos). Lá em casa, estamos sempre falando sobre trabalho, mesmo em momentos de folga. Na Páscoa, por exemplo, eu sempre digo que quero prender um estuprador, como uma forma de dar um presente para a sociedade.

Sobre o fato de ocupar uma posição de comando numa área que ainda é dominada  por homens, ela afirma que não enfrentou qualquer problema:

– Sempre fui muito bem tratada na polícia, nunca me senti menosprezada por ser mulher. Lido, sim, com o machismo o tempo todo na profissão, mas com relação aos crimes. São muitos casos de violência contra a mulher, crimes sexuais e feminicídios.

Mônica pretende arranjar um espaço na agenda profissional cheia para rever sua atuação em “Malhação”:

– Foi uma época muito bacana da minha vida. A personagem começou pequena, mas, com o tempo, foi se destacando e ganhando espaço. Devo muito à Silvia Pfeifer, com quem eu contracenava bastante. Ela era muito generosa e isso permitia que eu pudesse crescer na novela.Também me aproximei muito do André Marques e, de vez em quando, ainda nos falamos.

GABRIEL MENEZES

 

 

 

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“Raça desgraçada”: Justiça condena Sikêra Jr. a pagar R$ 300 mil a trans – Banca.com

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O apresentador Sikêra Jr., que trabalha atualmente na RedeTV!, foi condenado a pagar R$ 300 mil à modelo trans Viviany Beleboni após chamá-la de “raça desgraçada”. Sikêra fez a declaração enquanto exibia, em seu programa, uma imagem da modelo ao noticiar sobre um crime cometido por um casal de lésbicas.

Ainda na decisão, o juiz determinou que a imagem da modelo seja retirada da reportagem publicada no Youtube. O apresentador ainda pode recorrer.

Beleboni ficou conhecida por representar Jesus Cristo crucificado em uma Parada do Orgulho LGBTQI+ no ano de 2015.

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Entretenimento

Viciado em drogas, ex-integrante do Raça Negra ganha ajuda de amiga para sair das ruas – Banca.com

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Ex-integrante do grupo Raça Negra, o músico Edson Café vem lutando contra vício em drogas. De acordo com o portal Metrópoles, em reportagem exibida pelo programa Câmera Record, o artista chegou a morar nas ruas do Rio de Janeiro, usar drogas e trabalhar como guardador de carro.

 

A situação que levou Café a ir para a rua aconteceu há 10 anos, quando ele sofreu um derrame, que fez ficar com o movimento dos braços comprometidos. Na mesma época, ele passou a consumir maconha e crack e, ao longo dos anos, chegou a morar com os filhos e se tratar em clínicas de reabilitação, o que acabou não dando certo para ele.

 

“Estava propenso à recaída. Não tem como morar na rua e não fumar um baseado, não dá. […] Se eu ficar aqui, fico querendo escrever ou então me drogar. Vou ficar enfiado na Cracolândia aí do lado. Eu prefiro sair, dar um rolezinho. E ganhar um dinheirinho. Tomo conta de carro na praça”, disse Café, na época da gravação da reportagem.

 

Sua vida começou a mudar graças a ajuda da fã e amiga Xênia Alves, que o levou para São Paulo e tem ajudado, atualmente, a se ver livre das drogas. “Ele não é meu amigo, eu falo que ele é meu irmão. Se um dia eu souber que meu irmão foi embora, vai me doer muito de não ter tentado. Então, eu preciso tentar de novo”, declarou ela.

 

Apesar de ter alguém que lhe estendeu o braço oferecendo ajuda, Edson, no entanto, não tem a mesma imagem em relação aos ex-colegas de banda, os quais ele guarda mágoas. “Falaram que não iam me dar dinheiro porque sabiam que, depois do meu envolvimento com a drogadição, eu iria gastar meu dinheiro todinho com droga. Não importa, o dinheiro é meu, eu faço o que eu quero. Se eu tenho direito de receber, eu quero receber”, afirmou. BNNOTICIAS

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Morre a baiana Martha Rocha, a primeira Miss Brasil da história – Banca.com

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A soteropolitana e primeira Miss Brasil da história, Maria Martha Hacker Rocha, conhecida como Martha Rocha, morreu aos 83 anos em Niterói, no Rio de Janeiro, neste sábado (4). A causa da morte, segundo Álvaro Piano, um de seus três filhos, foi insuficiência respiratória, seguida de um infarto. O enterro aconteceu na manhã deste domingo (5), no Cemitério do Santíssimo Sacramento.

A eleição de Martha aconteceu na primeira edição do concurso, em 1954, quando tinha apenas 18 anos. O evento aconteceu no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, na região serrana do Rio. Em seguida, disputou o prêmio de Miss Universo e conseguiu a segunda colocação na disputa.

Perdeu para a americana Miriam Stevenson. Na época, a votação foi acirrada. Muitos norte-americanos afirmaram que escolheriam Martha como vencedora. O então consul brasileiro em Los Angeles, Roberto de Oliveira Campos afirmou: “Uma esplêndida propaganda do Brasil nos Estados Unidos.”

Logo depois da competição, um boato circulou de que a derrota teria sido por duas polegadas na medida do quadril, mas a própria Martha desmentiu o fato.

A conquista do posto rendeu um comunicado especial ao povo de São Paulo, em recado de Martha transmitido pelo jornal Estadão no dia 28 de julho de 1954. “Sinto-me imensamente feliz pelo título obtido. Não fui eu quem o ganhou, mas a beleza da mulher brasileira que tentei representar.”

Vale ressaltar que, além da baiana, apenas outras sete brasileiras alcançaram o top três do concurso mundial em toda a história.

‘Namorada do Brasil’
“Martha Rocha teve uma grande responsabilidade naquele momento, pois era o único motivo de orgulho do Brasil. O país acabava de ser eliminado da Copa do Mundo de Futebol e vivia a crise do governo Vargas com o crime na Rua Tonelero, em Copacabana. Vivíamos o auge do nacionalismo”, lembra o jornalista e coordenador do Miss Brasil 2020 Roberto Macedo, em entrevista ao CORREIO.

Segundo Macedo, em Long Beach, na Califórnia, sede do Miss Universo, Martha se transformou na grande favorita. “Mas perdeu, ficando em segundo lugar. E perdeu logo para uma norte-americana… A partir de então Martha Rocha se transformou na ‘Namorada do Brasil’ e tudo o que era belo passou a ter o seu nome: a maior água marinha descoberta, uma deliciosa torta que existe até hoje, uma caminhonete lançada pela Ford, um trem, um tecido. Ou seja, Martha Rocha trouxe de volta a esperança e o orgulho nacional. E isso não tem preço, é inesquecível”, destaca.

O jornalista Artur Xexéo reforçou que, após vencer o concurso de miss, Martha passou a ser acompanhada por admiradores e pela imprensa como uma celebridade. “Foi um acontecimento mesmo. Quando ela casou, quando separou, quando ela aparecia numa festa, todas as atenções se voltavam para ela e era notícia no dia seguinte”, pontuou.

Lembranças
Ao portal G1, Álvaro lembrou dos últimos anos de vida da mãe: “A vida dela foi muito sofrida nos últimos anos, ela estava acamada há muito tempo e não conseguia andar. Morreu sem muito sofrimento. Ela já estava cansada. Rodeado de pessoas que cuidavam dela. Esses últimos meses a gente só se falava através de contatos telefônicos. Sinto falta da minha mãe, mas ela descansou”, disse. CORREIO

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