Homem é preso acusado de vender anabolizantes para crianças e adolescentes em Itaboraí – Banca.com

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Um fisioculturista de 25 anos, acusado de vender anabolizantes para menores, foi preso na manhã desta segunda-feira (23), por Agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Itaboraí. Investigações duraram cerca de três meses

De acordo com a investigação da Polícia Civil, o acusado vendia o material para várias academias do município, sendo uma delas do seu próprio pai. Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, os policiais encontraram anabolizantes no interior de sua residência, que fica no Centro de Itaboraí.

Conforme a Polícia Civil, o homem faz parte de um grande grupo que atua nesse tipo de crime. Ele também vendia o material pela internet. Através das redes sociais, o acusado postava várias fotografias com diferentes medicamentos. A Polícia acreditar se tratar de anabolizantes.

O material foi encaminhado para análise em um laboratório especializado na UFRJ. O suspeito foi conduzido à delegacia, onde foi ouvido e liberado. Ele responderá em liberdade por venda de produtos sem registro no órgão de vigilância sanitária.

Segundo o delegado José Paulo Pires, titular da DPCA, o flagrante não foi feito porque só é possível a comprovação de que o produto apreendido é ilegal após a análise. Caso o laudo da perícia comprove isto, poderá ser expedido o mandado de prisão. Não está descartada a participação de outras pessoas na comercialização dos anabolizantes.

“A partir da detenção dele e apreensão do material será feita a investigação de todo esse grupo. Com essas informações, vamos esperar o laudo e possivelmente pedir a prisão dele”, disse o delegado.

A equipe de investigação ouviu adolescentes que confirmaram terem adquirido com o suspeito anabolizantes de comercialização proibida, como trembolona e testosterona. O contato com os clientes era feito pelas redes sociais, como Instagram e Facebook, onde o homem exibe livremente o uso dos produtos.

Ele foi indiciado por falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. A Polícia Civil está apurando se os produtos tem origem de fora do Brasil. Caso comprovado, o suspeito pode responder pelo crime de tráfico internacional. Além de academias, a venda era feita de forma direta, combinando com os compradores. Segundo a Polícia, o acusado já possui três passagens por outros crimes.

Ele foi conduzido junto com o material apreendido para a sede da DPCA, no Centro de Niterói.

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