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Hospital alerta para cuidados com mães de prematuros – BANCA.COM

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Uma gravidez conturbada, perda de líquido ou de sangue, repleta de sintomas que trazem preocupação e mal-estar psicológico. As histórias sobre nascimentos de prematuros têm vários fatores em comum, mas no centro de todos estão mães que passaram por situações físicas e mentais extremamente desgastantes e lutam pela vida de bebês que podem ser tão pequenos quanto a palma da mão.

O Brasil apresenta estatísticas alarmantes sobre a prematuridade. Uma em cada 10 crianças brasileiras nasce antes de 37 semanas de gestação, de acordo os dados do Ministério da Saúde. E isso se reflete diretamente no bem-estar da família e das mulheres. O mês de novembro, além da conscientização sobre o câncer de próstata em homens, foi escolhido também para tratar o tema da prematuridade.

Para discutir o assunto, o Hospital Universitário de Brasília (HUB) promoveu, hoje (22), o painel Prematuridade: o cuidado centrado na família. Considerado referência no tratamento de crianças prematuras, o hospital já recebeu, apenas em 2019, mais de 200 bebês prematuros.

“Idealizamos um bebê totalmente diferente. Toda mãe pensa que aquele bebê que ela está gestando vai, assim que sair, para o colo. Mas a realidade neonatal dos prematuros é bem diferente. Eles vão direto para o auxílio da respiração mecânica”, explicou a especialista neonatal Lizandra Paravidine Sasaki, chefe da UTI Neonatal do HUB. “Esse grupo de pacientes existe, e eles precisam ser escutados. A rede de apoio e o suporte dessas famílias não vêm apenas da obstetrícia ou da ginecologia, vêm de uma equipe multidisciplinar que conta com psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais. Os cuidados precisam acontecer não apenas durante a fase crítica do bebê, mas durante todo o tratamento da família”, disse a doutora.

Saúde mental

Para Evandro de Quadros Scherer, doutor em psicologia clínica e pesquisador, o elo psicológico com o recém-nascido pode ser afetado pela necessidade de cuidados especiais. “Esses bebês quando nascem não estão com a psiquê completamente desenvolvida. O laço da relação com o filho é dificultado pela distância da UTI neonatal. É uma criança que não é aquele bebê idealizado, que não é aquele bebê coradinho, gorduchinho. São fatores que atrapalham a criação de vínculos psíquicos entre mãe e filho”.

Outro quadro possível é o de depressão pós-parto. De acordo com Scherer, a idealização da vida materna pode se tornar uma enfermidade quando o quadro de saúde do bebê não evolui como deveria. “A mulher cria uma imagem completamente diferente da maternidade, e os problemas da prematuridade podem se tornar empecilhos na criação de um vínculo materno e do investimento afetivo necessário”, explicou.

O valor do pré-natal

Bruna Heloísa Sousa, mãe de Samuel, que nasceu com 37 semanas de gestação e agora tem 2 meses, passou a compreender o valor do acompanhamento pré-natal após uma gravidez conturbada. Após ter dengue, zika, perda de líquido amniótico e sangramentos, o pequeno Samuel surpreendeu a mãe por ter nascido com síndrome de down. “Eu achava que o pré-natal era chato. Todas as consultas eram iguais. Mas entendi depois que cada exame é diferente, que cada fase trata de uma coisa diferente. Se eu pudesse voltar atrás e fazer, faria certinho”, lamenta a mãe de Samuel. “Se eu pudesse dar um conselho a todas as mamães do Brasil, eu diria: façam o pré-natal. A gente acha que é besta, mas é muito importante”.ebc

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Gato é o primeiro animal infectado com coronavírus no Brasil (Brasil)-Banca.com

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O caso é investigado pela Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) de Cuiabá e o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) da cidade reforçou a importância das pessoas infectadas pelo novo coronavírus ficarem isoladas também de seus animais de estimação.

Segundo, Moema Blatt, gestora do Cievs, os gatos podem manifestar a covid-19, mesmo que de forma praticamente assintomática.

De acordo com o jornal O Globo, o animal infectado é uma gata com poucos meses de vida. Além disso, mais um gato e um cachorro da mesma família também estão sendo avaliados como possíveis contaminados.

Coronavírus: como cuidar de cachorros e gatos durante isolamento

A contaminação de gatos tem acontecido desde os primeiros meses da pandemia. Em abril o caso de dois animais foram confirmados com diagnósticos positivos para a covid-19 nos Estados Unidos.

Depois disso, em maio, um estudo divulgado pela New England Journal of Medicine, uma renomada internacionalmente revista científica, confirmou que, de fato, o coronavírus é capaz de infectar gatos, como se suspeitada.

Segundo a pesquisa, é possível que haja a contaminação entre os animais, além das infecções provenientes de humanos.

Mas é importante destacar que, até o momento, não há nenhum caso e nenhum estudo científico que comprove a contaminação pelo novo coronavírus em humanos que tenha ocorrido por meio de uma transmissão animal.

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Homem obriga companheira a filmá-lo fazendo sexo com galinhas e é condenado a três anos de prisão (Brasil) Banca.com

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Um homem, de 37 anos, obrigou a esposa a filmá-lo fazendo sexo com galinhas. O caso foi revelado pelo site “Daily Star.

O acusado também teria imagens de abuso sexual infantil em seu computador, além de ter feito sexo com um cachorro.

O homem foi ouvido nesta segunda-feira (19) pelo Tribunal da Coroa de Bradford e teria sido descrito como “manipulador e controlador”.

Os vídeos caseiros seriam armazenados em uma pasta do computador chamada “vídeos de família”.

“Você não está apto para criar ou cuidar de nenhum animal depois do que fez”, disse o juiz do caso. O magistrado também considerou os vídeos “simplesmente além da compreensão” e o homem como “depravado, pervertido e desprezível”.

Ele  foi condenado a três anos de prisão.

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Pena de morte: EUA vai executar primeira mulher desde 1953 – Banca.com

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O governo dos Estados Unidos marcou para 8 de dezembro deste ano a primeira execução federal de uma mulher desde 1953. Trata-se de Lisa Montgomery, condenada à pena de morte em 2008.

 

Lisa foi condenada à morte por ter assassinado uma mulher grávida de oito meses, cortado sua barriga com uma faca de cozinha e roubado o bebê, que sobreviveu ao ataque e hoje tem 16 anos.

 

O governo federal norte-americano ficou 17 anos sem poder executar pessoas até julho deste ano, quando a Suprema Corte dos EUA decidiu pelo retorno das execuções federais . Desde julho, sete pessoas foram executadas pelo governo federal, todos homens. Lisa Montgomery será a primeira mulher executada em âmbito federal desde 1953. Durante os anos em que as execuções federais estiveram proibidas, as penas de morte eram aplicadas apenas pelos governos estaduais.

No processo de Lisa Montgomery, a acusação apresentou o histórico de busca dela, revelando que ela havia pesquisado como realizar cesáreas , dando ao crime o caráter premeditado.

 

Segundo a defesa, Lisa sofria de ” gravidez psicológica “, a pseudociese, quando a mulher acredita que está grávida e chega a apresentar sintomas.

 

Antes de tomar a decisão final, em 2008, o juiz do caso passou cinco horas pensando e acabou condenando a mulher à morte por entender que ela merecia morrer devido à natureza hedionda do crime.

 

 

Antes de Lisa, a última mulher a passar por execução federal nos EUA havia sido Bonnie Brown , condenada à câmara de gás após participar de um caso de sequestro e assassinato de um garoto de 6 anos.

 

 

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