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Entretenimento

Luto no samba! Morre Luizinho Drummond – Banca.com

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O mundo do samba de luto. Morreu na tarde desta terça-feira (30) o presidente da Imperatriz, Luiz Pacheco Drummond, o Luizinho Drummond. O mandatário de 80 anos sofreu um infarto e não resistiu. Ele tinha aneurisma cerebral.

Após passar mal em casa, Luizinho foi levado ao Hospital Copa Star, em Copacabana, Zona Sul do Rio. Ele deu entrada no local já em estado grave e foi direto ao CTI. Horas depois, o presidente veio a falecer.

Luizinho Drummond comanda a Imperatriz Leopoldinense desde 2007. Antes, já havia ocupado o cargo entre 1976–1983 e 1986–1992. Mesmo quando não esteve na presidente, o sambista sempre foi a ‘palavra final’ na escola e adorado pela comunidade.

Em 2019, Luizinho chegou a renunciar ao cargo após não concordar com o rebaixamento da escola para a Série A. Depois de manifestações de torcedores para que continuasse no cargo, o mandatário decidiu retomar o comando da verde e branca e fez a agremiação campeã da Série A.

Destaque

“Raça desgraçada”: Justiça condena Sikêra Jr. a pagar R$ 300 mil a trans – Banca.com

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O apresentador Sikêra Jr., que trabalha atualmente na RedeTV!, foi condenado a pagar R$ 300 mil à modelo trans Viviany Beleboni após chamá-la de “raça desgraçada”. Sikêra fez a declaração enquanto exibia, em seu programa, uma imagem da modelo ao noticiar sobre um crime cometido por um casal de lésbicas.

Ainda na decisão, o juiz determinou que a imagem da modelo seja retirada da reportagem publicada no Youtube. O apresentador ainda pode recorrer.

Beleboni ficou conhecida por representar Jesus Cristo crucificado em uma Parada do Orgulho LGBTQI+ no ano de 2015.

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Entretenimento

Hoje delegada, atriz da primeira ‘Malhação’ explica mudança de profissão – Banca.com

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Tudo começou quando eu estava em cartaz com a peça “Violetas na janela”, um sucesso estrondoso que rodou por todo o país. Na época, assistindo ao “Fantástico” com os meus pais, passou a reportagem sobre um garoto que havia sido libertado pela polícia após um sequestro. Ao ver aquilo, me dei conta de que era o que eu queria fazer da minha vida. Ainda continuei com a peça por um tempo, ao mesmo tempo em que fazia a faculdade de Direito – relembra ela.

Logo depois de formada e aprovada no concurso da OAB, ela prestou concurso e entrou para a polícia aos 38 anos. A partir daí, conta que não teve mais como seguir na carreira de atriz.

– Alguns colegas da TV e do teatro ficaram surpresos com a mudança repentina na minha vida. Eu amava atuar, mas descobri que nasci para ser policial. E as artes cênicas me ajudam muito na profissão. Em várias ocasiões, preciso usar a minha desenvoltura e sensibilidade como atriz. Por exemplo, quando vou ouvir uma testemunha – comenta Mônica, que trabalha na área há seis anos e meio.

Ela diz lidar muito bem com os riscos inerentes à profissão:

– Sei, por exemplo, que, se for vítima de um assalto, quase que obrigatoriamente eu vou precisar reagir. Mas sou muito tranquila quanto a isso. Como delegada, preciso lidar com questões burocráticas e operacionais. Sempre gostei mais dessa parte de campo, de estar numa operação. Já passei por alguns sustos, como, por exemplo, ser recebida a tir

Mônica é casada há quatro anos com Marcelo Brito, policial da sua delegacia, e conta que os dois são workaholics:

– Na delegacia, ele me chama de doutora (risos). Lá em casa, estamos sempre falando sobre trabalho, mesmo em momentos de folga. Na Páscoa, por exemplo, eu sempre digo que quero prender um estuprador, como uma forma de dar um presente para a sociedade.

Sobre o fato de ocupar uma posição de comando numa área que ainda é dominada  por homens, ela afirma que não enfrentou qualquer problema:

– Sempre fui muito bem tratada na polícia, nunca me senti menosprezada por ser mulher. Lido, sim, com o machismo o tempo todo na profissão, mas com relação aos crimes. São muitos casos de violência contra a mulher, crimes sexuais e feminicídios.

Mônica pretende arranjar um espaço na agenda profissional cheia para rever sua atuação em “Malhação”:

– Foi uma época muito bacana da minha vida. A personagem começou pequena, mas, com o tempo, foi se destacando e ganhando espaço. Devo muito à Silvia Pfeifer, com quem eu contracenava bastante. Ela era muito generosa e isso permitia que eu pudesse crescer na novela.Também me aproximei muito do André Marques e, de vez em quando, ainda nos falamos.

GABRIEL MENEZES

 

 

 

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Entretenimento

Viciado em drogas, ex-integrante do Raça Negra ganha ajuda de amiga para sair das ruas – Banca.com

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Ex-integrante do grupo Raça Negra, o músico Edson Café vem lutando contra vício em drogas. De acordo com o portal Metrópoles, em reportagem exibida pelo programa Câmera Record, o artista chegou a morar nas ruas do Rio de Janeiro, usar drogas e trabalhar como guardador de carro.

 

A situação que levou Café a ir para a rua aconteceu há 10 anos, quando ele sofreu um derrame, que fez ficar com o movimento dos braços comprometidos. Na mesma época, ele passou a consumir maconha e crack e, ao longo dos anos, chegou a morar com os filhos e se tratar em clínicas de reabilitação, o que acabou não dando certo para ele.

 

“Estava propenso à recaída. Não tem como morar na rua e não fumar um baseado, não dá. […] Se eu ficar aqui, fico querendo escrever ou então me drogar. Vou ficar enfiado na Cracolândia aí do lado. Eu prefiro sair, dar um rolezinho. E ganhar um dinheirinho. Tomo conta de carro na praça”, disse Café, na época da gravação da reportagem.

 

Sua vida começou a mudar graças a ajuda da fã e amiga Xênia Alves, que o levou para São Paulo e tem ajudado, atualmente, a se ver livre das drogas. “Ele não é meu amigo, eu falo que ele é meu irmão. Se um dia eu souber que meu irmão foi embora, vai me doer muito de não ter tentado. Então, eu preciso tentar de novo”, declarou ela.

 

Apesar de ter alguém que lhe estendeu o braço oferecendo ajuda, Edson, no entanto, não tem a mesma imagem em relação aos ex-colegas de banda, os quais ele guarda mágoas. “Falaram que não iam me dar dinheiro porque sabiam que, depois do meu envolvimento com a drogadição, eu iria gastar meu dinheiro todinho com droga. Não importa, o dinheiro é meu, eu faço o que eu quero. Se eu tenho direito de receber, eu quero receber”, afirmou. BNNOTICIAS

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