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Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio de R$ 39 milhões – Banca.com

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A Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (19) o prêmio estimado de R$ 39 milhões. As seis dezenas do concurso 2.218 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

O sorteio é aberto ao público.

Mega-Sena, loterias, lotéricas

O sorteio de hoje é o segundo da Mega-Semana de Natal. O primeiro foi realizado na última terça-feira (17). O próximo concurso está marcado para sábado (21).

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer loja lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. ebc

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Economia

Desemprego subiu 27,6% em quatro meses de pandemia – Banca.com

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A população desocupada no Brasil, que era de 10,1 milhões em maio, passou para 12,3 milhões em julho, e, em agosto, atingiu 12,9 milhões de pessoas, um aumento de 27,6% desde maio. A taxa de desocupação aumentou em 0,5 ponto percentual de julho para agosto, passando de 13,1% para 13,6%.

Os dados constam da edição mensal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad Covid-19) , divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em agosto, a Pnad Covid-19 estimou a população ocupada do país em 84,4 milhões de pessoas, com aumento de 0,8% em relação a julho, mas ainda acumulando redução de 2,7% em relação a maio.

A Região Sul foi a única a apresentar queda da população desocupada (2,3%). As regiões Nordeste, com 14,3%, e Norte, com 10,3%, apresentaram as maiores variações.

A taxa de desocupação entre as mulheres foi de 16,2%, maior que a dos homens, com 11,7%, sendo que a diferença também foi verificada em todas as grandes regiões. Por cor ou raça, no Brasil e em todas as grandes regiões, a taxa era maior entre as pessoas de cor preta ou parda (15,4%) do que para brancos (11,5%).

Por grupos de idade, os mais jovens apresentaram taxas de desocupação maiores, de 23,3% para aqueles de 14 a 29 anos de idade. Por nível de escolaridade, aqueles com nível superior completo ou pós-graduação tiveram as menores taxas, 6,8%.

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.
Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Auxílio emergencial

Em agosto, o percentual de domicílios onde pelo menos um dos moradores recebeu algum auxílio para combater os efeitos da pandemia foi de 43,9% no país, sendo que as maiores proporções estavam no Norte (61%) e no Nordeste (59,1%). O valor médio do benefício recebido pela população foi de R$ 901 por domicílio.

Entre os tipos de auxílio abordados pela pesquisa estão o emergencial, destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e a complementação do governo federal pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

O Amapá, com 71,4%, foi o estado com maior proporção de domicílios onde um dos moradores é beneficiário de programa de auxílio emergencial, seguido de Maranhão, com 65,5%, e Pará, 64,5%.

“Esse índice ficou estável em praticamente todos os estados. O total de domicílios que receberam auxílio teve um aumento grande de maio para junho e, de junho para julho, praticamente não cresceu, ficando estável em agosto”, disse, em nota, a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

Testes

Até agosto, 17,9 milhões de pessoas, 8,5% da população, haviam feito o teste de diagnóstico para saber se estavam infectadas pelo novo coronavírus (covid-19) no Brasil. Destas, 21,6%, o equivalente a 3,9 milhões de pessoas, testaram positivo.

Segundo a coordenadora da pesquisa, uma maior disponibilidade de testes e, consequentemente, um maior acesso a eles por parte da população podem justificar o aumento no número de pessoas que estão fazendo o exame. “Como a pandemia não acabou, é natural que aumente esse número, inclusive entre as pessoas que não tiveram sintomas, mas que tiveram contato com alguém que teve covid-19 e fizeram o teste para se certificar”, explicou.

De acordo com o IBGE, o percentual de realização dos testes para diagnóstico da doença é maior entre as pessoas com rendimentos mais altos, chegando a 21,7% no grupo de rendimento domiciliar per capita acima de quatro salários mínimos e ficando abaixo de 5% entre as pessoas que ganham até meio salário mínimo.

“Quem tem condições de fazer o exame para descartar a possibilidade [de estar com a doença] já faz nos laboratórios. Não existem indícios de que há mais contaminação entre os que têm mais renda, mas a gente tem mais pessoas fazendo o teste entre aqueles que possuem mais renda”, disse a pesquisadora.

Teste 'drive-thru' para coronavírus
Teste ‘drive-thru’ para coronavírus – Leopoldo Silva/Agência Senado

A pesquisa aborda três tipos de testes: o Swab, exame em que o material é coletado com cotonete na boca e/ou nariz; o teste rápido com coleta de sangue por um furo no dedo; e o exame com sangue retirado na veia do braço. Dos 17,9 milhões de pessoas que fizeram o teste, 6,9 milhões fizeram Swab e, desses, 25,2% testaram positivo.

O Distrito Federal (19,4%) foi a unidade da federação com maior percentual de testes realizados, seguido por Piauí (14,4%) e Roraima (12%). “Dos 19,4% que fizeram o teste no Distrito Federal, só 4,1% testaram positivo. Então esse dado mostra que mais pessoas estão fazendo o teste do que, de fato, recebendo o diagnóstico da doença”, disse Maria Lucia.

Pernambuco (5,8%), Acre (6%) e Minas Gerais (6,1%) registraram os menores percentuais de realização de testes.

Apesar do aumento no número de pessoas que fizeram os testes, o contingente daqueles que relataram ter algum sintoma de síndromes gripais diminuiu. Em maio, 24 milhões de pessoas afirmavam ter algum dos sintomas abordados pela pesquisa, como tosse, febre e dificuldade para respirar. Em agosto, esse número caiu para 12,1 milhões, o que representa 5,7% da população.

“Agora, as pessoas que tiveram contato com outras que estiveram doentes têm mais oportunidades de tirar a prova para saber se também foram contaminadas ou não. Então tem muita gente que fez o teste sem apresentar sintoma nenhum”, informou Maria Lucia. EBC

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Instagram fica fora do ar ao redor do mundo – Banca.com

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A rede social de fotos Instagram apresenta instabilidade e está fora do ar para alguns usuários nesta quinta-feira (17).

O Facebook, que é dono do app de fotos, também sofreu com problemas de conexão, mas o volume de reclamações foi menor.

Internautas comentaram sobre queda de internet no Twitter e compartilharam a hashtag #instagramdown. O assunto se tornou um dos mais comentados rapidamente.

Os usuários relatam que não conseguem atualizar a página principal do aplicativo, nem assistir a vídeos. A troca de mensagens, no entanto, continuava funcionando.

O site DownDetector, que reúne reclamações, registrou pico de problemas a partir das 15h00 (horário de Brasília).

Site DownDetector registrou mais de 4 mil reclamações às 15h20 (horário de Brasília). — Foto: Reprodução/DownDetector

O problema no Instagram não afetou somente usuários brasileiros e as reclamações foram registradas em várias partes do mundo, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Argentina, entre outros.

A plataforma DownDetector registrou um pico de reclamações para o Facebook e WhatsApp às 15h10, mas em volume menor do que o do Instagram.

Plataforma DownDetector registrou reclamações para o Facebook às 15h15, mas em volume menor se comparado com o Instagram. — Foto: Reprodução/DownDetector

Plataforma DownDetector registrou reclamações para o Facebook às 15h15, mas em volume menor se comparado com o Instagram. — Foto: Reprodução/DownDetector

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Economia

Alta de alimentos é culpa da agricultura, diz associação de supermercados – Banca.com

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O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Sanzovo Neto, afirmou nesta quarta-feira (9/9) que o setor não será o “vilão” pela alta no preço de produtos como arroz e óleo de soja. Pontuou ainda que “o problema está na lavoura”.

A declaração foi feita a jornalistas, no Palácio do Planalto, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Nós não vamos ser vilões de uma coisa que nós não somos responsáveis. Muito pelo contrário. […] Essas situações, que têm sido muito raras, ocorrem porque o commoditie é sazonal. É agricultura: chove demais, faz sol demais. É assim que funciona. O problema está na lavoura, no custo da produção, da safra baixa. O problema está no câmbio dos produtos que estão sendo exportados”, frisou Sanzovo Neto.

De acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação oficial do país em agosto teve alta de 0,24%, puxada pelo preço dos alimentos.

O Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) subiu 2,44% em 12 meses, enquanto a inflação dos alimentos cresceu 8,83% no período.

A maioria dos alimentos está com preços recordes no campo, mas o arroz e o óleo de soja ganharam destaque, com valorização de 19,2% ao ano e 18,6% ao ano, respectivamente.

Desde a última semana, o presidente Jair Bolsonaro tem pedido publicamente para que os donos de supermercados tenham “patriotismo” e reduzam as margens de lucro dos produtos.

“Nós explicamos ao presidente que já estamos fazendo isso [cortando o lucro]. Nós sempre fizemos, na cesta básica, porque o setor é muito competitivo. A gente não repassa de vez nossos aumentos […] Não vamos ser vilões de uma coisa que não somos responsáveis”, afirmou Neto.

Redução de preços

Ainda durante a conversa com a imprensa, o presidente da Abras disse que não há prazo para que o preço do arroz seja reduzido para os consumidores.

“Eu não sei responder. Pode ser que seja mais rápido. Tem um lado psicológico que pode ser que afete aí, o fato de consumir mais macarrão [talvez] já faça uma regulagem do preço. O que precisa, sim, é entrar mais produto. Ter mais oferta do arroz no mercado para resolver esse problema”, afirmou. TNH1

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