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Modelo dos EUA dada como desaparecida é encontrada presa no Rio de Janeiro – Banca.com

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A modelo Suelyn Medeiros, 32 anos, que chegou a ser dada como desaparecida pela família, foi abordada e detida na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, por estar sem máscara, segundo informações do portal UOL.

Suelyn nasceu nos Estados Unidos, mas tem origem brasileira. Ela coleciona mais de 2,5 milhões de seguidores no Instagram.

A Guarda Municipal informou que a modelo estava na areia da praia acompanhada de dois adolescentes quando foi questionada pelos agentes sobre o motivo de todos estarem sem máscaras.

Ela teria apresentado o passaporte americano e tentado fugir. Os guardas conseguiram alcançá-la e encontraram com a mulher um pó branco semelhante à cocaína, além de cinco comprimidos de cor rosa.

Segundo o UOL, Suelyn foi levada para a delegacia do Leblon e autuada por posse de drogas para consumo próprio. Em seguida, foi liberada.

Reprodução/Instagram

Reprodução/Instagram

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio informou ao portal que ela recebe atendimento no Insitituto Municipal Phillipe Pinel, unidade especializada em atendimento psiquiátrico.

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“Raça desgraçada”: Justiça condena Sikêra Jr. a pagar R$ 300 mil a trans – Banca.com

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O apresentador Sikêra Jr., que trabalha atualmente na RedeTV!, foi condenado a pagar R$ 300 mil à modelo trans Viviany Beleboni após chamá-la de “raça desgraçada”. Sikêra fez a declaração enquanto exibia, em seu programa, uma imagem da modelo ao noticiar sobre um crime cometido por um casal de lésbicas.

Ainda na decisão, o juiz determinou que a imagem da modelo seja retirada da reportagem publicada no Youtube. O apresentador ainda pode recorrer.

Beleboni ficou conhecida por representar Jesus Cristo crucificado em uma Parada do Orgulho LGBTQI+ no ano de 2015.

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Motoboy sofre ofensas racistas por morador em condomínio – Banca.com

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Um entregador que trabalha para aplicativos de serviços de alimentação sofreu agressões verbais e racismo por parte de um morador de um condomínio de casas em Valinhos (SP). Um vídeo mostra o momento em que o homem ofende o profissional e diz que ele tem “inveja disso aqui”, apontando para a própria peleVeja acima.

O profissional registrou um boletim de ocorrência para denunciar as agressões e o crime de racismo. O caso aconteceu no dia 31 de julho e as imagens começaram a circular na internet nesta sexta-feira (7). Na ocasião, a Guarda Municipal foi chamada e encaminhou todos para a Delegacia de Valinhos. O condomínio fica no bairro Chácaras Silvania.

Durante a discussão, o rapaz ainda ofende o entregador, o chamando de “semianalfabeto”; repete que ele tem inveja da vida que as pessoas que moram no condomínio dele têm; e diz que o profissional não tem onde morar nem “nunca vai ter” nada do que ele estava mencionando. O vídeo foi gravado por um vizinho.

Segundo o motoboy, que não quis se identificar, foi a segunda vez que ele foi fazer uma entrega na casa. O rapaz afirmou que na primeira vez o homem já havia sido grosseiro por ele não ter achado o endereço da residência. Na segunda. quando aconteceram as ofensas racistas, o profissional disse que a confusão começou por um problema no interfone do condomínio.

“Eu falei pra ele que ele não podia fazer mais isso porque ninguém gostava desse tipo de atitude. O que ele faz é pra se mostrar superior as pessoas. Teve um momento que ele cuspiu em mim, jogou a nota no chão e disse que eu era lixo. Na frente da polícia, ele continuou com as agressões, me chamou de favelado”, disse o entregador. informações do G1

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Paciente com Síndrome de Down deixa hospital de São Gonçalo curado e sob aplausos – Banca.com

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Após ficar internado por quase 30 dias, com duas entradas em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), Gervázio Roque de Matos, de 56 anos, driblou todas as expectativas médicas e deixou o Hospital Municipal Luiz Palmier, em São Gonçalo, na tarde desta quinta-feira (06), curado do Covid-19.

Portador de Síndrome de Down e com várias comorbidades, o paciente deu entrada na unidade que virou referência no atendimento a pessoas com sintomas do coronavírus no dia 8 de julho após recebeu o primeiro atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Pacheco.

— Foi um milagre de Deus. Pensei em perder meu irmão. Por duas vezes fui visitá-lo no CTI e a gente fica muito confuso, assustado e estressado em ver a quantidade de máquinas ligadas a seu corpo. Mas só tenho a agradecer, principalmente a todos os profissionais que cuidaram dele com tanto carinho e amor – garante a costureira Neide Roque, irmã do paciente.

Assim que recebeu alta médica nesta quinta-feira, a informação foi colocada no grupo de WhatsApp dos profissionais da unidade médica. Em menos de meia hora, o paciente recebeu uma enxurrada de mensagens motivacionais.

Já os profissionais que estavam no plantão foram desejar boa recuperação e muita saúde ao Gervázio ainda na enfermaria. Na saída aplaudiram o paciente até a porta principal do hospital

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