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Morre a baiana Martha Rocha, a primeira Miss Brasil da história – Banca.com

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A soteropolitana e primeira Miss Brasil da história, Maria Martha Hacker Rocha, conhecida como Martha Rocha, morreu aos 83 anos em Niterói, no Rio de Janeiro, neste sábado (4). A causa da morte, segundo Álvaro Piano, um de seus três filhos, foi insuficiência respiratória, seguida de um infarto. O enterro aconteceu na manhã deste domingo (5), no Cemitério do Santíssimo Sacramento.

A eleição de Martha aconteceu na primeira edição do concurso, em 1954, quando tinha apenas 18 anos. O evento aconteceu no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, na região serrana do Rio. Em seguida, disputou o prêmio de Miss Universo e conseguiu a segunda colocação na disputa.

Perdeu para a americana Miriam Stevenson. Na época, a votação foi acirrada. Muitos norte-americanos afirmaram que escolheriam Martha como vencedora. O então consul brasileiro em Los Angeles, Roberto de Oliveira Campos afirmou: “Uma esplêndida propaganda do Brasil nos Estados Unidos.”

Logo depois da competição, um boato circulou de que a derrota teria sido por duas polegadas na medida do quadril, mas a própria Martha desmentiu o fato.

A conquista do posto rendeu um comunicado especial ao povo de São Paulo, em recado de Martha transmitido pelo jornal Estadão no dia 28 de julho de 1954. “Sinto-me imensamente feliz pelo título obtido. Não fui eu quem o ganhou, mas a beleza da mulher brasileira que tentei representar.”

Vale ressaltar que, além da baiana, apenas outras sete brasileiras alcançaram o top três do concurso mundial em toda a história.

‘Namorada do Brasil’
“Martha Rocha teve uma grande responsabilidade naquele momento, pois era o único motivo de orgulho do Brasil. O país acabava de ser eliminado da Copa do Mundo de Futebol e vivia a crise do governo Vargas com o crime na Rua Tonelero, em Copacabana. Vivíamos o auge do nacionalismo”, lembra o jornalista e coordenador do Miss Brasil 2020 Roberto Macedo, em entrevista ao CORREIO.

Segundo Macedo, em Long Beach, na Califórnia, sede do Miss Universo, Martha se transformou na grande favorita. “Mas perdeu, ficando em segundo lugar. E perdeu logo para uma norte-americana… A partir de então Martha Rocha se transformou na ‘Namorada do Brasil’ e tudo o que era belo passou a ter o seu nome: a maior água marinha descoberta, uma deliciosa torta que existe até hoje, uma caminhonete lançada pela Ford, um trem, um tecido. Ou seja, Martha Rocha trouxe de volta a esperança e o orgulho nacional. E isso não tem preço, é inesquecível”, destaca.

O jornalista Artur Xexéo reforçou que, após vencer o concurso de miss, Martha passou a ser acompanhada por admiradores e pela imprensa como uma celebridade. “Foi um acontecimento mesmo. Quando ela casou, quando separou, quando ela aparecia numa festa, todas as atenções se voltavam para ela e era notícia no dia seguinte”, pontuou.

Lembranças
Ao portal G1, Álvaro lembrou dos últimos anos de vida da mãe: “A vida dela foi muito sofrida nos últimos anos, ela estava acamada há muito tempo e não conseguia andar. Morreu sem muito sofrimento. Ela já estava cansada. Rodeado de pessoas que cuidavam dela. Esses últimos meses a gente só se falava através de contatos telefônicos. Sinto falta da minha mãe, mas ela descansou”, disse. CORREIO

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“Raça desgraçada”: Justiça condena Sikêra Jr. a pagar R$ 300 mil a trans – Banca.com

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O apresentador Sikêra Jr., que trabalha atualmente na RedeTV!, foi condenado a pagar R$ 300 mil à modelo trans Viviany Beleboni após chamá-la de “raça desgraçada”. Sikêra fez a declaração enquanto exibia, em seu programa, uma imagem da modelo ao noticiar sobre um crime cometido por um casal de lésbicas.

Ainda na decisão, o juiz determinou que a imagem da modelo seja retirada da reportagem publicada no Youtube. O apresentador ainda pode recorrer.

Beleboni ficou conhecida por representar Jesus Cristo crucificado em uma Parada do Orgulho LGBTQI+ no ano de 2015.

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Motoboy sofre ofensas racistas por morador em condomínio – Banca.com

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Um entregador que trabalha para aplicativos de serviços de alimentação sofreu agressões verbais e racismo por parte de um morador de um condomínio de casas em Valinhos (SP). Um vídeo mostra o momento em que o homem ofende o profissional e diz que ele tem “inveja disso aqui”, apontando para a própria peleVeja acima.

O profissional registrou um boletim de ocorrência para denunciar as agressões e o crime de racismo. O caso aconteceu no dia 31 de julho e as imagens começaram a circular na internet nesta sexta-feira (7). Na ocasião, a Guarda Municipal foi chamada e encaminhou todos para a Delegacia de Valinhos. O condomínio fica no bairro Chácaras Silvania.

Durante a discussão, o rapaz ainda ofende o entregador, o chamando de “semianalfabeto”; repete que ele tem inveja da vida que as pessoas que moram no condomínio dele têm; e diz que o profissional não tem onde morar nem “nunca vai ter” nada do que ele estava mencionando. O vídeo foi gravado por um vizinho.

Segundo o motoboy, que não quis se identificar, foi a segunda vez que ele foi fazer uma entrega na casa. O rapaz afirmou que na primeira vez o homem já havia sido grosseiro por ele não ter achado o endereço da residência. Na segunda. quando aconteceram as ofensas racistas, o profissional disse que a confusão começou por um problema no interfone do condomínio.

“Eu falei pra ele que ele não podia fazer mais isso porque ninguém gostava desse tipo de atitude. O que ele faz é pra se mostrar superior as pessoas. Teve um momento que ele cuspiu em mim, jogou a nota no chão e disse que eu era lixo. Na frente da polícia, ele continuou com as agressões, me chamou de favelado”, disse o entregador. informações do G1

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Paciente com Síndrome de Down deixa hospital de São Gonçalo curado e sob aplausos – Banca.com

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Após ficar internado por quase 30 dias, com duas entradas em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), Gervázio Roque de Matos, de 56 anos, driblou todas as expectativas médicas e deixou o Hospital Municipal Luiz Palmier, em São Gonçalo, na tarde desta quinta-feira (06), curado do Covid-19.

Portador de Síndrome de Down e com várias comorbidades, o paciente deu entrada na unidade que virou referência no atendimento a pessoas com sintomas do coronavírus no dia 8 de julho após recebeu o primeiro atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Pacheco.

— Foi um milagre de Deus. Pensei em perder meu irmão. Por duas vezes fui visitá-lo no CTI e a gente fica muito confuso, assustado e estressado em ver a quantidade de máquinas ligadas a seu corpo. Mas só tenho a agradecer, principalmente a todos os profissionais que cuidaram dele com tanto carinho e amor – garante a costureira Neide Roque, irmã do paciente.

Assim que recebeu alta médica nesta quinta-feira, a informação foi colocada no grupo de WhatsApp dos profissionais da unidade médica. Em menos de meia hora, o paciente recebeu uma enxurrada de mensagens motivacionais.

Já os profissionais que estavam no plantão foram desejar boa recuperação e muita saúde ao Gervázio ainda na enfermaria. Na saída aplaudiram o paciente até a porta principal do hospital

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