Será enterrado sem velório e em caixão lacrado Júnior do Pagode – Banca..com

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O corpo do camelô Júnior do Pagode, 43, popular ambulante do calçadão de Alcântara, em São Gonçalo, que morreu na tarde do último domingo, vítima de coronavírus, no Hospital Universitário de Vassouras, no Sul do Estado, será enterrado no final da tarde dessa segunda feira (27), no Cemitério Parque da Paz, no Pacheco, em São Gonçalo. Em função das determinações das autoridades de saúde, por conta da epidemia da doença, não haverá velório e o corpo será enterrado em caixão lacrado, sem cerimônia fúnebre.

Muito conhecido como camelô, Júnior comandava às sextas feiras uma tradicional roda de pagode no calçadão de Alcântara, que reunia lojistas, funcionários do comércio e ambulantes no final do expediente. por ele no final do expediente de trabalho. De acordo com familiares, ele era hipertenso e começou a passar mal na sexta-feira, quando procurou atendimento na UPA de Santa Luzia. Lá, em exame preliminar foi diagnosticado que ele estava com coronavírus e que precisava ser internado numa hospital com Unidade de Terapia Intensiva, com respirador. Então, ele foi transferido de ambulância para o Hospital de Vassouras, onde faleceu.

Amigos contaram que nos últimos dias, Junior estava vendendo álcool em uma banca no calçadão de Alcântara.

Alberto Mascarenhas, vice presidente da associação dos camelôs de São Gonçalo, e amigo de infância de Júnior, contou que a morte dele pegou todos de surpresa.
“É uma perda muito grande e inesperada para todos nós. Ele era um dos ambulantes mais considerados da cidade e um grande amigo!”, afirmou.

Ele fez um apelo para que todos os camelôs da Rua da Feira e do calçadão de Alcântara usem máscaras durante o trabalho e que aqueles que puderem, fiquem em casa, e só saiam se for muito necessário.

Outro amigo de Júnior do Pagode, o também ambulante Marcos José Pires Campos, 54, o Careca do Angu, contou que o conhecia desde quando, ele ainda garoto vendia Guaravita numa banca dês de atrás da igreja São Pedro de Alcântara. “Ele era um garoto ainda quando o conheci e a gente o chamava de Júnior do Guaravita. Era um grande amigo de trabalho, um excelente parceiro de rua, querido por todos colegas. Que Deus o guarde com muito carinho”, disse Careca Ladodecá

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