Teste com a vacina de Oxford é suspenso após ‘efeito adverso grave’ – Banca.com

Visualizações 18 Os testes da vacina contra à covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, foram interrompidos no Reino Unido após um dos voluntários apresentar “efeito adverso...
A health worker of the GGD Rotterdam-Rijnmond shows a swab sample for a COVID-19 test in Rotterdam, the Netherlands, on July 29, 2020 as the number of infections with the coronavirus continues to increase in the country, on 29 July 2020. (Photo by Koen Van WEEL / ANP / AFP) / Netherlands OUT

Os testes da vacina contra à covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, foram interrompidos no Reino Unido após um dos voluntários apresentar “efeito adverso grave”.

Segundo o site de notícias Stat, especializado em saúde e tecnologia, não está claro quem tomou a decisão de paralisar os estudos, sendo possível que a medida tenha sido tomada voluntariamente pela AstraZeneca, e não por autoridades regulatórias.

vacina oxford

Crédito: IStock/simon2579Ainda em fase de testes, a vacina de Oxford é a aposta do governo brasileiro contra à covid-19

Os testes estavam na fase 3, que avalia se a resposta imune induzida pela vacina é forte o suficiente para proteger as pessoas da covid-19.

Em nota, ao site Stat a farmacêutica afirma que o “processo padrão de revisão da empresa resultou em uma pausa nas vacinações para permitir uma análise sobre os dados de segurança”.

Ao G1, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) disse que a decisão de pausar os estudos veio do laboratório, que, em seguida, comunicou os países participantes. A agência aguarda mais informações para se pronunciar oficialmente.

Brasil é um dos países que participam dos testes da vacina de Oxford/AstraZeneca.

O governo brasileiro prevê desembolsar R$ 1,9 bilhão nesta vacina, sendo R$ 1,3 bilhão para pagamentos à AstraZeneca, R$ 522,1 milhões para produção da vacina na Fiocruz/Bio-Manguinhos e R$ 95,6 milhões para absorção da tecnologia pela Fiocruz.

A previsão do Ministério da Saúde é que em janeiro de 2021 as primeiras doses da vacina de Oxford já possam ser distribuídas por meio do Programa Nacional de Imunização, que atende o Sistema Único de Saúde (SUS).

A ideia é produzir, inicialmente, 100 milhões de doses da vacina de Oxford a partir de insumos importados. A produção integral da vacina na unidade técnico-cientifica Bio-Manguinhos, deve começar a partir de abril do próximo ano.

Atualmente, a vacina ChAdOx1 nCoV-19 está sendo testada em duas mil pessoas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Catraca Livre

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