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Política

Vereador Rico de Magé morre de coronavírus – Banca.com

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O vereador do município de Magé, Júlio Henrique de Oliveira Borges, mais conhecido como vereador Rico do partido do PPS, morreu hoje (26), vítima de Covid-19.

Rico, era da bancada aliada do prefeito Rafael Tubarão, ele estava internado com coronavírus, segundo informações de amigos, em Volta Redonda, mas não resistiu e veio a óbito.

Nossos sentimentos a família e amigos. — em Magé.

Destaque

Veículos de imprensa suspendem cobertura no Alvorada – Banca.com

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Alguns veículos de comunicação brasileiros decidiram suspender temporariamente a cobertura jornalística na porta do Palácio da Alvorada, em Brasília, devido à hostilidade enfrentada pelos repórteres por parte de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

O Grupo Globo, o jornal Folha de S. Paulo e o portal de notícias Metrópoles anunciaram nesta segunda-feira (25/05) que não vão mais enviar jornalistas ao local até que eles possam trabalhar em segurança. Segundo o portal UOL, a emissora Band também suspendeu sua cobertura.

É rotineiro apoiadores de Bolsonaro ofenderem a imprensa, mas, nos últimos tempos, o uso de palavras chulas e agressivas vem aumentando exponencialmente, segundo relatam repórteres.

O espaço reservado aos jornalistas fica próximo ao destinado aos militantes pró-Bolsonaro, que se posicionam em frente ao Palácio para ver o presidente. Os dois grupos, atualmente, são separados apenas por uma pequena grade.

Na manhã desta segunda-feira, ao deixar a residência oficial, Bolsonaro, sem máscara, conversou com os apoiadores. Depois, ao passar pelos jornalistas, afirmou: “No dia que vocês tiverem compromisso com a verdade, eu falo com vocês de novo”, recebendo gritos de apoio da militância.

Após a saída do presidente, os insultos se multiplicaram, e foram ouvidos gritos de “lixo”, “escória”, “ratos”, “ratazanas”, “imprensa podre”, “comunistas” e “Bolsonaro até 2050”.

De acordo com o Metrópoles, os apoiadores do presidente, exaltados, quase invadiram o espaço destinado à imprensa, e em nenhum momento foram contidos pelos seguranças do Alvorada.

Folha de S. Paulo questionou o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela segurança no local, sobre as agressões, mas não obteve resposta.

O vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, enviou carta ao ministro Augusto Heleno, do GSI, comunicando a decisão de retirar os jornalistas da cobertura. “Com a responsabilidade que temos com nossos colaboradores, e não havendo segurança para o trabalho, tivemos que tomar essa decisão”, diz o comunicado.

A Associação Brasileira de Imprensa saudou a decisão do Grupo Globo e da Folha, os primeiros a comunicarem a suspensão da cobertura. “Esses ataques ganharam corpo e se tornaram mais graves, havendo inclusive agressões físicas a repórteres por parte da claque bolsonarista”, disse a entidade em nota assinada pelo presidente, Paulo Jeronimo de Sousa. A instituição afirma que pediu ao governo do Distrito Federal proteção aos jornalistas.

A oposição também se manifestou sobre os atos. A deputada federal Tábata Amaral (PDT) se dirigiu ao ministro Augusto Heleno no Twitter: “Imprensa livre é o 4º poder da nossa democracia! É absurdo que jornalistas sejam assediados na porta do Palácio da Alvorada, residência do PR, enquanto cumprem seu papel. Qualquer ameaça à segurança desses profissionais é uma tentativa criminosa de silenciá-los.”

 

A agressividade da militância pró-Bolsonaro reflete o desdém e a repulsa do próprio presidente à imprensa. Por diversas vezes, Bolsonaro insultou jornalistas e proferiu ataques à mídia, como no episódio em que um humorista que estava com o presidente no Alvorada ofereceu bananas aos repórteres.

No dia 5 de maio, em frente ao Alvorada, Bolsonaro, na presença de apoiadores, mandou os jornalistas “calarem a boca” depois de ser questionado sobre a troca do superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro.

Em 31 de março, também em frente ao Alvorada, um dos apoiadores começou a gritar que a imprensa “colocava o povo contra o presidente”. Bolsonaro reagiu incentivando o apoiador e mandando que os jornalistas ficassem quietos.

Em fevereiro, Bolsonaro proferiu xingamento com conotação sexual a uma repórter da Folha. “Ela queria dar o furo a qualquer preço”, disse presidente sobre a jornalista Patrícia Campos Mello, que investigou notícias falsas nas eleições de 2018 e foi acusada de pedir favores sexuais em troca de informações.

Em transmissão ao vivo pelo Facebook no começo de março, Bolsonaro chamou a Folha de “lixo”. Além disso, por diversas vezes o presidente ameaçou não renovar a concessão da TV Globo.

Neste mês, uma repórter da TV Bandeirantes foi atingida por uma bandeirada ao cobrir um ato de apoio ao presidente. Também em maio, dois simpatizantes do governo reviraram o lixo deixado pelos jornalistas para filmar notas fiscais e exibir dados, como nomes e CPF.

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Destaque

Bolsonarista que agrediu enfermeiras volta a ofender a clase, “Vagabunda” – Banca.com

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Conhecido nacionalmente após agredir enfermeiras durante uma manifestação pacífica em Brasília, o defensor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) Renan da Silva Sena voltou a ofender populares, nesta quinta-feira (21/05), durante ato na Esplanada dos Ministérios. Desta vez, mirou numa mulher negra que passava pelo local onde estavam aglomerados integrantes do grupo 300 do Brasil.

Ao participar de protesto favorável ao titular do Palácio do Planalto, o extremista passou a direcionar ofensas e agressões verbais para a uma pedestre que estava desacompanhada e sem itens nas vestimentas que pudessem identificá-la se integrava a defesa ou a oposição do chefe do Executivo. O momento exato foi gravado pela repórter fotográfica do Metrópoles, Rafaela Felicciano.

“Assassina, ‘abortista’. Enfia esse dedo na sua bunda. Vai botar o dedo para a sua mãe. Está gravando o que, assassina? Vocês são covardes, assassinos de crianças. Vagabunda, assassina de crianças”, gritava, enquanto seguia a mulher.

Sem muita firmeza, uma acompanhante do agressor tentou acalmá-lo, mas não obteve sucesso.

Cuspe e demissão

Identificado em vídeos que viralizaram na internet, Renan da Silva Sena era funcionário terceirizado do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Nas imagens, ele xinga e cospe nas enfermeiras durante o ato realizado no feriado do dia 1º de maio.

Após ser identificado, Sena foi demitido pela empresa G4F Soluções Corporativas Ltda, dona do contrato com a pasta. O grupo empresarial descobriu que, embora estivesse no regime de teletrabalho em decorrência da pandemia do novo coronavírus, ele não prestava contas do trabalho para a chefia imediata.

Por vários dias, o militante foi procurado por integrantes da empresa, mas não era encontrado. Sena atuou como analista de projetos do setor socioeducativo. A G4F Soluções Corporativas Ltda. presta serviços nas áreas de apoio administrativo e operacional no ministério em contrato de R$ 20 milhões.

Em nota, a empresa argumentou que “a decisão acerca do desligamento do então colaborador já havia sido tomada antes mesmo do dia 1º de maio e o ex-colaborador fora afastado de suas atividades junto ao ministério desde o dia 23 de abril, não exercendo quaisquer atividades relacionadas ao órgão a partir daquela data. Assim, ele seria desligado ainda que não tivesse participado dos episódios lamentáveis e absolutamente condenáveis aos quais está supostamente vinculado”.

Nessa quarta-feira (20/05), Renan se envolveu em outra confusão. Ele foi agredido por um homem enquanto filmava um protesto que pedia a saída do presidente Jair Bolsonaro. Metrópoles DF

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Política

Dimas Gadelha solidifica cada vez mais seu nome como uma alternativa de renovação para a disputa eleitoral de 2020 – Banca.com

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Enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não decidiu sobre o adiamento ou realização das eleições, o cenário começa a tomar definições e as peças já estão sendo movimentadas no tabuleiro político de São Gonçalo. Dentre os nomes que pleiteiam a pré-candidatura a Prefeito de São Gonçalo, um em especial se destaca: é o caso do médico sanitarista Dimas Gadelha, que é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Fortalecendo sua pré-candidatura com as declarações de adesão e apoio de diversas lideranças, Dimas solidifica cada vez mais seu nome como uma alternativa de renovação para a disputa eleitoral de 2020 na corrida pela cadeira mais importante e cobiçada do município. Além de ser visto nos bastidores como um forte concorrente, com grande possibilidade de assumir a cadeira do Poder Executivo gonçalense.

Embora seja a primeira vez que Gadelha participará de um pleito eleitoral como candidato ao cargo de prefeito, o mesmo já ocupou a secretaria municipal de Saúde de São Gonçalo com sucesso e deixou um grande legado com inúmeras inaugurações. Dimas Gadelha usa uma linguagem popular, que sempre conseguiu e atraiu um forte apoio da massa, e deseja, caso chegue à prefeitura de São Gonçalo, continuar esse trabalho de escutar a população e criar projetos e indicações em prol do povo.

Destaque também nas enquetes realizadas nas redes sociais, Dimas Gadelha vem ganhando vulto e quando não vence fica entre os principais nomes. Sua estratégia é aglutinar forças políticas inseridas no contexto da sociedade que tem compromisso efetivo com as causas que afetam toda a comunidade. Solidificando ações em busca da construção de um plano de governo coeso e com propostas reais de mudança para o município, o Dimas vem aos poucos construindo sua pré-candidatura.

Por onde tem andado, percebe-se que o médico tem sido recebido com muita simpatia por várias lideranças do estado por querer renovar a política. Em relação à sua candidatura, Gadelha disse que em momento algum impôs o seu nome, simplesmente colocaram-no em uma enquete no ano passado, e a partir de então, vem ganhando força em vários segmentos da sociedade.

Já os otimistas enxergam em Dimas a grande oportunidade de São Gonçalo dar um salto e entrar novamente nos trilhos do desenvolvimento, após décadas de estagnação econômica e crescimento desordenado. Dimas Gadelha traz na bagagem uma extensa experiência em gestão pública. Além dos cargos públicos, sendo o mais expressivo na função de secretário de Saúde no município gonçalense durante seis anos, ele também apresenta no currículo a formação MBA em gestão pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das mais conceituadas do Brasil.

Dimas tem o apoio de um dos principais líderes do partido no âmbito municipal, estadual e nacional. Além de ter o vice-presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores, Washington Quaquá, prefeito de Maricá, Fabiano Horta, do presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano, entre outras importantes lideranças políticas.

Dimas Gadelha conta que em uma possível eleição, planeja exportar para São Gonçalo, programas bem-sucedidos da cidade vizinha, como o Passaporte Universitário; Transporte com tarifa zero (Vermelhinhos) e Moeda Local. Dimas que vem se destacando com um bom trabalho nas suas redes sociais esclarecendo à população sobre a pandemia do coronavírus, vem tirando o sono de muito pré-candidatos e ultimamente virou alvo de ataques por parte dos seus adversários.

Mas afirmou com muita humildade que se for o desejo do povo estará à disposição. “Os nossos trabalhos estão de vento em popa. Novos ares da política estão chegando em São Gonçalo. Agradeço o carinho e a receptividade que as pessoas e os líderes comunitários têm recebido minha equipe e nossos projetos. O povo anseia por novas lideranças e idéias. Convido a todos para vir com a gente!! Vamos juntos e em frente mudar essa política!”, afirmou Gadelha.

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